Design Apple x Design Microsoft

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Eu vi este vídeo no site, Mulher Design (http://www.mulherdesign.com.br/), ele retrata o que aconteceria se a Microsoft cuidasse do Design da embalagem dos produtos da Apple, ele é muito engraçado, mas mostra uma realidade a poluição visual que a Microsoft coloca na embalagem de seus produtos e no site de seus produtos, é claro que todo produto tem que mostrar suas especificações, mas não deve ser de forma exagerada e nem também de forma muito simples, somente o necessário.
Com o Vista e outros produtos, que estão lançando atualmente a embalagem está mais limpa só com as informações necessárias, mas mesmo assim ainda os sites e os softwares a usabilidade dele é muito pouca (alguém achou de primeira uma calculadora no Vista sem mudar ele pro estilo clássico do Windows).
Realmente a Microsoft está aprendendo com as concorrentes que um bom design e a chave de uma boa venda, porém ainda precisa melhorar a usabilidade de seus produtos, já que são os mais consumidos no mundo.

Leiam a matéria falando sobre usabilidade e Apple:Transparência e design afetivo do site Usabilidoido

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Find – Final

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Joshua Davis Studios (http://www.joshuadavis.com/)

Joshua Davis - Abstração dinâmica: usando design computacional para criar uma lista sem fim de composições que são infinitamente interessantes.

Joshua Davis é um artista, designer e tecnólogo radicado em Nova York, com trabalhos interativos expostos ao redor do mundo. Dono do Joshua Davis Studios, viaja por diversos países participando de conferências e workshops em que fala sobre suas inspirações e motivações. Também é professor da Escola de Artes Visuais de Nova York.

Adepto do lema punk faça você mesmo. Skatista com orgulho mostrou no começo de sua apresentação diversas fotos de algumas manobras suas. Foca seu trabalho em softwares gerando arte. Ele se identifica muito com o artista Jackson Pollock (http://www.jacksonpollock.org/ ou http://pt.wikipedia.org/wiki/Jackson_Pollock), por não usarem os métodos tradicionais pra fazerem suas artes. Mas ao contrario de Jackson ele não tem um trabalho estático, por isso o software na qual ele faz seu trabalho sempre o surpreende com coisas novas. Gosta de usar a tecnologia para fazer aquilo que não se pode fazer manualmente.
Ele não é um programador nato, sua formação e totalmente voltada para as artes, ele apresenta alguns dos trabalhos que fez manualmente, porém começou a procurar novas formas de artes e pra isso procurou nos computadores uma nova ferramenta para realizar sua arte. Começou mexendo com linux sem saber nada de computação, foi aprendendo sozinho a programar.
Ele explora os limites técnicos e estéticos de programas como Flash, Photoshop e Illustrator para gerar visual único composições de acordo com os códigos que ele desenvolve, trabalhando com processos aleatórios.
Ele mostrou alguns trabalhos simples feitos na hora pelo código com simples ferramentas de desenho, usando como entrada gesto dele. Ele diz que os gestos fazem de maneira independente sistemas algoritmos.
David define os artistas que trabalham com Design que trabalham com computador de duas formas:
• Puristas – usam um código para gerar arte.
• Híbridos – criam o mapeamento de uma obra de arte através de um sistema de códigos.

Ele desenvolveu um sistema que simula uma perseguição a uma linha guia ou a um ponto guia chamado de Swarm system, que já tem 2 anos e está em constante mutação e evolução.
Muitas de suas inspirações de seus trabalhos são coisas simples, como quimonos, ilustrações indianas, tapetes, tudo aquilo que mexer de alguma forma com sua imaginação. Um bom exemplo disso foi um trabalho que ele fez para uma bebida chamada AMP Energy (http://www.ampenergy.com), juntamente com outro artista chamado Chuck Anderson (http://www.nopattern.com/nopattern/), outro exemplo foi à capa de um CD da banda Ming Dynasty do álbum Yellow Tiger (http://www.mingdynasty.tv/).
Ele apresentou algumas de suas exibições pelo mundo como na Maxalot Gallery, em Barcelona (2006), Rovereto Festival em Milão (2008), esta exposição foi totalmente interativa onde ele disponibilizou giz, um pincel com um copo de água e deixou que as pessoas criassem livremente sobre a case que ele montou na rua. Outra exposição foi a de Lumas Gallery, em Berlin e Nova York (2007), OFFF – em Barcelona (2007), TA07 – na Holanda (2007) esta exposição foi feita com projeções das obras em prédios, Tropism – em Nova York (2007), nesta não foram só murais, mas também vasos com as suas ilustrações impressas, essa exposição gerou uma outra OFFF (em Nova York – 2007) com parceria com a HP, onde as ilustrações eram impressas na hora de depois coladas na parede e as peças que ele criou para a Adobe feitas para o lançamento do CS3.
Em seus trabalhos David procura passar a mensagem de que se tem que se divertir e agir como uma criança.
Uma nova empreitada é pra uma linha de utensílios domésticos e roupas de cama da marca Umbra do Canadá pra qual ele esta trabalhando com uma linha exclusiva com os seus desenhos, até a loja foi decorada com a sua arte.
Ele revelou também alguns artistas que o inspira são:
• Jean-Michel Basquiat – http://www.basquiat.com/ (1960 – 1988)
• Cy Twombly – http://en.wikipedia.org/wiki/Cy_Twombly
• Ito Jakuchu – http://www.artnet.com/artist/650088/ito-jakuchu.html (1716 – 1800)

Um lugar que o inspirou muito foi à Malásia, onde ele mostrou fotos de uma viagem dele até lá, fotos muito inspiradoras de ídolos, foras os cactos que ele possuem. Ele fala que para que seus trabalhos tenham qualidade ele procura trabalhar com poucas pessoas, em seus estúdios.

As mensagens que ele deixa são:

It’s hard to see your environment when you’re environment (look for the visible invisible)
É difícil ver o seu ambiente, quando estiver em seu meio ambiente (olhar para o invisível visível).

Make work for love, not for awards or acceptance.
Faça seu trabalho com amor, e não por prêmios ou aceitação.

Find your voice.
Encontre a sua voz.

If you’re using someone else’s voice – you’ll run out of conversation pretty quick (aspire to be Howard Roark, not Peter Keating)
Se você estiver usando a voz da outra pessoa – você vai ficar sem boa conversa rápida (aspirar a ser Howard Roark, não Peter Keating).

Work like hell.
Trabalhe como louco.

Se alguém quiser ver os trabalhos de ilustração dele basta entrar em seu site oficial, que ele disponibiliza as ilustrações citadas e olhem a parte workshops que é muito legal.

Ps.: Esta palestra teve a duração de 1 hora e meia ao contrario das outras que tiveram 1 hora

Debate

Mesa-redonda: Mike Buzzard, Juan Añorga e Joshua Davis.
Mediadora: Suzana Apeulbaun (SP)

Por problemas nas traduções não consegui fazer muitas anotações a respeito, mas o pessoal da Cuban falou mais a respeito de organização, planejamento, trabalhos web e publicidade. Já Joshua foi bombardeado de perguntas sobre seus projetos e suas técnicas de trabalho, mas ele deixou uma mensagem muito boa para os iniciantes: inovem sempre e nunca deixem de criar e quebrar barreiras; já pra quem está na área: quando vocês não souberem mais o que fazer voltem às origens.

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Hamilton Yokota (Titi Freak)

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O graffiti é uma arte que inspira muito as pessoas, por ser um tipo de arte mais acessível. E como neste blog já foi abordado sobre os Gêmeos eu não podia deixar de fora este artista maravilhoso.

Hamilton Yokota (Titi Freak)

Titi Freak tem é um mestre do desenho. Sua ascendência é japonesa e sua base é o manga, com o qual trabalha desde os 13 anos. Ilustração, graffiti, iô-iô e moda são seus ambientes preferidos. E ele não esconde toda essa mistura no seu estilo east meets west. Além de telas elaboradas e ricas em detalhes, Titi gosta de explorar superfícies curiosas e expressivas como, por exemplo, uma mesa de bar ou uma porta de garagem.

Dos 13 aos 20 anos, ilustrou para o Estúdio Mauricio de Souza. Desde então, o senso de estilo, a habilidade como ilustrador e o profissionalismo adquirido, o manteve sempre em atividade, trabalhando como designer gráfico e ilustrador. Colaborou intensamente com várias agências de publicidade e muitas marcas como MTV Brasil, Ellus Jeans, Adidas, Eckó, Adidas, Converse All Star, Ezequiel e Nike.

Titi freak conheceu o graffiti só em 1995, mas percebeu que era o ambiente ideal para se livrar das amarras e vícios que os anos de briefing haviam impingido ao seu trabalho. Nas ruas de São Paulo, Titi Freak pode integrar a excelência técnica do seu desenho ao espírito de improvisação que a cidade impõe. A troca foi justa: Titi soltou o traço enquanto o graffiti paulistano ficou mais sofisticado.

Quem quiser conhecer um trabalho deste artista é só assistir o Acústico Charlie Brown Jr. Lá vocês podem conferir os vitrais grafitados por este artista. Mais informações, e um belo portfólio, dividido em rua, design e arte, você confere no site http://www.tfreak.com/

fonte: http://4depaus.com/?p=241

Titi Freak (trabalho de rua)

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Os gêmeos conheça o trabalho desses irmãos

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Irmãos Gêmeos ou Os Gêmeos são uma dupla de irmãos gêmeos idênticos grafiteiros de São Paulo, nascidos em 1974, cujos nomes reais são Otávio e Gustavo Pandolfo. Começaram a pintar grafites em 1987 e gradualmente tornaram-se umas das influências mais importantes na cena local, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.
Os trabalhos da dupla podem chegar a murais de grandes dimensões e estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países.
Otávio e Gustavo começaram a grafitar no final dos anos 80, no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo), onde nasceram. Eles militavam no movimento hip hop, quando este alcançava o auge no Brasil. Além de grafitar, a dupla percorria a cidade fazendo apresentações de break (modalidade de dança de rua que, juntamente com o rap e o próprio grafite, são marcas do movimento nascido nos EUA, na década de 70). “A gente freqüentava a Estação São Bento (do Metrô), que na época era o ´point´ dos caras que curtiam hip hopâ€, conta Gustavo.
Os irmãos fazem questão de deixar claro, contudo, que, do final dos anos 80 para cá, apesar de continuarem a participar de eventos ligados ao hip hop, seu vínculo com o movimento mudou radicalmente. “A gente conhece bastante a cultura, teve uma ligação forte. Então, de vez em quando, acontece um convite assim. Mas, hoje em dia, nosso trabalho não tem nada a ver mais com o hip hopâ€.
“Grafite x pichaçãoâ€Um olhar um pouco mais atento permite concluir que o grafite feito hoje por Otávio e Gustavo mantém poucas semelhanças com aquele que ainda dá sinais de beber da fonte dos precursores : os “manos†afro-americanos que se criaram no Bronx. Essas diferenças entre estilos costumam vir à baila na sempre revigorada polêmica “grafite x pichaçãoâ€. Controvérsia na qual Os Gêmeos preferem não jogar lenha. “A gente já não agüenta mais responder perguntas do tipo qual a diferença entre grafite e pichação? ´ Isso não importaâ€, dispara Gustavo.O nível de elaboração e a riqueza de detalhes dos murais grafitados pelos gêmeos vêm, segundo eles, de uma obsessão pela prática do desenho. Eles contam que nunca fizeram um curso. O estudo, ainda hoje, acontece em casa. “A gente sempre estudou, desde pequeno: desenho, desenho, desenhoâ€.
Fino traço. Foi justamente essa aplicação que ajudou a forjar o estilo de Os Gêmeos. Para eles, as principais características de seu trabalho vêm da maneira como o desenho é feito: “O jeito de a gente usar o spray, a linha, o contorno…â€, explica Gustavo. “A gente faz fininho – isso também é estilo nossoâ€.A preocupação com detalhes fica evidente também na criação dos trajes de seus personagens. “A estampa das roupas também é uma característica que a gente temâ€. Os personagens, mostrados em situações que ora parecem saídas de sonho, ora da dura realidade brasileira, são todos revestidos de um lirismo sem paralelo nesse tipo de manifestação artística.â€O que a gente quer, o jeito como filtra as informações, a gente coloca através dos personagensâ€.Quando o assunto se aprofunda na questão das influências artísticas, ambos preferem não citar nomes. “Acho que começam com a arte brasileira, a cultura popular brasileiraâ€, revela Otávio, “e vão até tudo o que a gente sonha, vê, sente, ouveâ€.
E Volpi ?A confusão sobre a suposta influência do artista no estilo de pintura de Os Gêmeos tem mais de uma explicação. A primeira delas: as bandeirinhas, que se repetem no traje de vários dos personagens criados pelos irmãos, segundo eles, teriam a mesma origem das que, a partir dos anos 50, tornaram-se freqüentes na obra de Volpi : as festividades juninas (São João, Santo Antônio e São Pedro).
Alfredo Volpi (nascido na Itália em 1896 e falecido em 1988), como Os Gêmeos, morou quase toda a sua vida no Bairro do Cambuci. Gustavo conta que, quando crianças, ele e o irmão estiveram, em certa ocasião, no ateliê do artista. “Gostamos do trabalho dele, mas não virou influênciaâ€, ressalta.â€A gente tem muito dessa coisa do brasileiro, do improviso, das coisas que o brasileiro faz para se virar. Tem muito dessas improvisações no nosso trabalhoâ€, argumenta Otávio, aludindo ao fato de que Volpi, além de autodidata, se encarregava de fazer seus próprios pincéis e telas. Outra “coincidênciaâ€: o artista, que veio da Itália ainda criança, iniciou-se na pintura como “decorador de paredesâ€, ou seja, fazendo uso do mesmo tipo de suporte que, décadas mais tarde, notabilizaria Os Gêmeos do Cambuci.
Filme para Nike A visibilidade alcançada pelo trabalho da dupla, presente em muros ao redor do planeta, acabou rendendo-lhe convites como o da Nike. Otávio e Gustavo foram contratados para fazer a parte gráfica do documentário patrocinado e co-produzido (juntamente com a O2 Filmes) pela fabricante de materiais esportivos.
“Ginga – A Alma do Futebol Brasileiro†teve direção de Hank Levine, Marcelo Machado e Tocha Alves e produção-executiva a cargo do cineasta Fernando Meirelles. O lançamento no Brasil aconteceu em abril de 2006. “Convidaram a gente por ter esse estilo bem brasileiro de pintarâ€, conta Otávio. “Fizemos as vinhetinhas e decoramos todas as peças passadas no filmeâ€.
Fernando Meirelles gostou tanto da experiência de trabalhar com Os Gêmeos, que os convidou para auxiliarem na produção das animações para a série televisiva da Rede Globo, Cidade dos Homens. “A gente fez a animação com ele. Foi um outro experimentoâ€, lembra Otávio. “A gente falou : vamos fazer uma brincadeira , vamos ver no que é que dáâ€.
Ainda por conta do trabalho para a Nike, Otávio e Gustavo passaram quatro meses viajando por cidades de sete países. Eles contam que a proposta da turnê – batizada de Brasil – era fazer uma festa brasileira em cada local visitado. Em cada cidade, acontecia uma exposição com o trabalho dos grafiteiros e a exibição do filme Ginga. “Eles precisavam de artistas que representassem a nossa cultura através das artes plásticas ou das artes visuaisâ€, explica Gustavo.
Outros suportes. Foi entre uma viagem e outra que surgiu a proposta de desenhar um tênis especial para a marca. Os calçados, produzidos em edição limitada e lançados apenas nas cidades visitadas durante o tour organizado pela Nike, tiveram a parte traseira, a língua e a palmilha ilustradas pelos grafiteiros. Sobre o convite que os traz agora a São Paulo quem fala é Gustavo: “Veio da Márcia e da Alessandra (Márcia Fortes e Alessandra Ragazzo d´Aloia, sócias-fundadoras da galeria). Elas já conheciam o nosso trabalho e o que a gente fez em Nova York tambémâ€, continua, referindo-se à estréia deles no circuito formal de arte contemporânea, com uma grande exposição na Deitch Projects Gallery (que representa Keith Haring e Jean-Michel Basquiat, artistas que também alcançaram fama usando o grafite como linguagem). “Acho que acabou rolando assim: ´Pô, como os caras são de São Paulo e nunca fizeram nada aqui? Vamos fazer, meu, tá na hora de fazerâ€, acredita Otávio.
Embora a paixão pela atividade nas ruas não tenha arrefecido, os rapazes não escondem a empolgação com a nova empreitada. Sobretudo, segundo contam, pela miríade de possibilidades implicadas em mostrar seu trabalho em uma galeria, fazendo uso de um espaço que, nas palavras de Otávio, “pode ser transformado em 100%â€. “Você pode ter um trabalho tridimensional, pode ter luz, música, pode ter objeto, você pode fazer uma coisa se movimentarâ€.
Grafite, só lá fora. Mas é quase em uníssono que Os Gêmeos dizem que o que eles vão exibir nas dependências da Fortes Vilaça não é grafite. “Aqui dentro é arte, arte contemporâneaâ€, esclarecem. Quem não tiver a oportunidade de estar em São Paulo para ver a exposição dos Gêmeos, nem puder explorar a cidade para descobrir a marca deles impressa nos muros, há outras alternativas para conhecer um pouco mais da arte desses paulistanos. Uma delas é folhear o livro inglês Graffiti Brasil (Org.: Tristan Manco, Caleb Neelon, Ignácio Aronovich e Louise Chin – Ed. Thames & Hudson).
Outra opção é visitar o site Flickr, onde fãs dos irmãos espalhados pelo mundo (fotógrafos amadores e profissionais) publicam imagens de instalações e muros grafitados pela dupla de artistas quando em passagem por suas cidades. O endereço é: http://www.flickr.com/groups/osgemeos/ .Em novembro de 2005, como parte de um projeto, Os Gêmeos, juntamente com outros conhecidos grafiteiros da cena nacional, pintaram vagões do Metrô da Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre).

Site Oficial: Lost Art> Os Gêmeos
fonte: Wikipédia e The Little House o Fall

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Find – Segunda parte

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Segunda palestra

Farfar (http://www.farfar.se/)

Nicke Bergstrom – Criando tempo: o futuro da campanha não é uma campanha, mas a publicidade contínua. Nicke Bergstrom falará sobre algumas produções bem-sucedidas da Fafar e desvendará os segredos de alguns dos maiores projetos da agência e o método por trás da “loucuraâ€.

Nicke Bergstrom é designer, publicitário e co-fundador da agência digital sueca Farfar, que em 2007 foi eleita à agência nº 1 do mundo pelo Gunn Report e conquistou seu segundo Grand Prix no Cannes Lion. A Farfar também foi nomeada duas vezes a Agência do Ano na Suécia. (Vídeo conferência)

Um cara que começa a palestra com Iron Maiden de fundo merece meu total respeito (o/). Ele é uma pessoa super carismática e muito divertida, que estava muito presente que tinha hora que nos esquecíamos que ele não estava lá. A palestra foi cheia de piadas e brincadeiras (às vezes ele tirava foto da platéia, outras vezes, ele aparecia com um boneco de voodoo e até Mike Buzzard participou das palhaçadas).
A Farfar tem 8 anos no mercado e surgiu no boom das empresas ponto – com e foi uma das poucas a conseguir sobreviver e ter tanto reconhecimento, eles investem muito no trabalho de equipe e possuem a conta da Nokia a mais de 4 anos.
Ele passou as palavras chaves que fazem parte do trabalho dele:
• Web 2.0
• User Generated Content
• Dialogue
• Viral Advertising
• Integrate

Alguns de seus principais clientes são:
• Nokia
• Reebook
• Swatch
• Absolut Vodka
• Diesel
• Red Bull
• Adidas

Ele falou muito sobre criar o tempo pra se fazer tudo que gostamos, como ele mesmo disse a diversão atrai as pessoas (e clientes também), sempre procurando se comunicar e interagir com as pessoas. Passando para os que estavam presentes que diversão e criatividade são a combinação certa pro sucesso.
Ele também mostrou que pra se descobrir à medida do sucesso que seu trabalho esta fazendo com o publico, é usando ferramentas gratuitas, que gera uma divulgação em massa. Um exemplo disso foi a campanha da Diesel chamada Heidies e seu conceito era pessoas q eu fazem de tudo para ficarem famosas (no site Farfa veja mais sobre esta campanha) o site teve um custo quase zero, pois usaram muitas ferramentas gratuitas distribuídas pela net (como um exemplo o youtube – onde um vídeo da campanha foi postado e em menos de 24 horas foi o méis visto por mais de 10 mil pessoas).
Já a nova campanha da Diesel eles estão trabalhando tanto com a parte física (lojas) da Diesel como a virtual, ele mostrou em primeira mãos para quem estava lá era uma campanha bem sombria com a música Enter Sandman do Metallica de fundo.
Nicke disse que a Internet é um local social e se você não procura se sociabilizar pela Internet nada funciona, trabalhar em parceria com diversos blogs ajuda nessa sociabilidade.
Um bom exemplo de um trabalho muito insano deles que mostra muito bem porque eles são os melhores, é o site da Bjorn Borg (http://www.bjornborg.com/en/) é um site onde eles simplesmente mostram a fabrica dos sonhos vale a pena conferir.
A Farfar procura trabalhar com clientes que estão abertos a propostas da empresa.
Um último conselho que ele nos passou foi:
Be prepared but trust your instinct (Esteja preparado, mas confie no seu instinto)

Algumas perguntas realizadas:
• Como a Farfar fez para que a Diesel aceitasse o conceito Heidies?
Resp.: Foram criados 15 modelos diferentes de campanha, porém surpreendentemente eles foram corajosos e resolveram inovar.
• Como trabalhar com a Web e a publicidade explorando todos os tipos de mídias?
Resp.: A Farfar é uma empresa pequena e eles terceirizam muito e procuram sempre trabalhar com empresas que entenda o seu estilo de trabalho.
• Mídia Brasileira versus Mídia Suécia?
Resp.: O Brasil tem um lado forte em banner, os melhores são os do Brasil, depois Suécia e por ultimo Estados Unidos. E estou impressionado com o trabalho que vem do Brasil, mas a Suécia, por causa da banda larga é bem melhor.

Fim da segunda parte

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