FIND 2010: o modelo das agências e o budget destinado às ações digitais

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Fórum internacional traz criação e uma reflexão sobre o mercado interativo – 29 de agosto de 2010 no Brasil

Promovido pela Arteccom, o FIND – Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital – chega a sua quinta edição na cidade do Rio de Janeiro. Após quatro anos de sucesso, o FIND 2010 trará palestrantes de Nova York, Buenos Aires e São Paulo. O FIND ocorrerá no dia 29 de agosto, domingo, das 10 às 18 horas, num dos maiores teatros do Brasil, o Odylo Costa Filho, da UERJ, ao lado do Estádio do Maracanã.

Voltado para designers, webdesigners, publicitários, diretores de criação e gestores de agências interativas, o FIND tem como objetivo principal firmar o Brasil no mercado internacional de internet, a partir da troca de experiências com profissionais de diferentes países e da formação de uma grande rede de relacionamento. Conheça o time de palestrantes do FIND 2010: Joseph Crump, da Razorfish, Fernando Barbella, da DDBO e Michel Lent, da Ogilvy Brasil. Ao final do evento, haverá um debate mediado por Marcelo Albagli, da Agência Canvas. O evento aguarda 1.000 participantes, de várias cidades do país.

“Nesta edição, vamos conhecer um pouco mais a produção argentina, que tem revelado grandes talentos para o mundo. E traremos a tona uma discussão que se faz muito necessária nos dias atuais para a maturidade do mercado: o modelo das agências e o budget destinado às ações digitais”, explica Adriana Melo, diretora da Arteccom (www.arteccom.com.br) e idealizadora do FIND.

O evento conta com os patrocínios das empresas UOL Host, Dinamize, Locaweb e Faculdade CCAA e apoio da UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Inscrições
Mais informações: 21 2253.0596. Valor: 48,00 (quarenta e oito reais) – vagas limitadas
Forma de pagamento: boleto, transferência ou cartão de crédito.
Todas as palestras serão traduzidas simultaneamente

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Godzilla Social

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Hoje lendo uma matéria no IG (http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/redes+sociais+comprometeram+vacinacao+da+gripe+h1n1/n1237604775183.html) falando que as redes sociais prejudicaram a campanha de vacinação contra o vírus H1N1, me fez pensar até que ponto as redes sociais influem positivamente na nossa vida.
Ai você pensa: como assim? As redes sociais são maravilhosas, você conhece várias pessoas, interage com notícias no minuto que o fato acontece, praticamente abre-se um mundo diante do usuário da net. O que pode existir de negativo nisso? Aqui vai sua resposta: muita coisa. Quando expomos o que vivemos, o nosso dia a dia, abrimos muitas vezes nossa vida para pessoas estranhas, permitindo que elas deem palpite ou interfiram na nossa vida do jeito que elas quiserem. Essa abertura acaba permitindo também que mentiras ou comentários circulem como verdades absolutas, criando mitos e confusões para as pessoas envolvidas.
É claro que este tipo de problema não é recente. Na era do rádio, um programa causou muita confusão, milhares de famílias saíram de suas casas apavoradas com medo da invasão alienígena, mas acabou se descobrindo que a tal invasão não era nada menos que o Programa “A Guerra dos Mundos” (quem quiser conhecer procure na locadora mais próxima). Notícias falsas de jornais, programas de TV que mexem com a cabeça de quem assiste ou lê, boatos que se espalham em cidades trazendo medo aos moradores. Resumindo, há tempos sofremos este tipo de problema, porém agora este problema tomou uma dimensão maior.

Como assim maior? É como já disse aí pra cima, agora as pessoas têm acesso às informações no momento em que as coisas estão acontecendo, passaram a se relacionar com um número muito maior de pessoas ao mesmo tempo, o bombardeio de informações é muito maior, praticamente um Godzilla de informações. E sem percebermos, somos devorados por ele todos os santos dias.
Não sou contra a existência das redes sociais, ao contrário, pois muitos de vocês que estão lendo este texto, devem ter chegado ao blog através de alguma rede social (twitter, facebook, orkut, blog, etc). O que sou realmente contra é a esta propagação desnecessária de informações falsas. E um alerta a você frequentador de rede social, ao ler um texto na internet coloque uma peneira na sua frente e comece a separar a verdade da mentira. Muitos sites grandes, por excesso de informações ou por desejarem uma exclusividade, já cometeram este tipo de pecado. Por isso, não caia você também nesta vala da ignorância e dos mitos urbanos.

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Blogs, esmaltes e mulheres

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As empresas de cosméticos passaram a investir pesado no publico on-line gastando pouco e tendo muito retorno. Você pode se perguntar como? Simples, eles enviam amostras de seus produtos para blogs femininos que falam sobre cosméticos, para que as proprietárias do blog falem a respeito dos produtos. É claro que não são só essas empresas que estão investindo neste tipo de marketing, mas são uma das quem tem obtido mais resultados.

Um exemplo é esta febre de esmaltes que tomou conta do mercado de cosméticos, marcas como a Impala, Risque, Colorama, Avon, Orly, a marca Ana Hickmann, entre outras, tem investido muito neste tipo de divulgação o que anda provocando falta de determinadas cores de esmalte no  mercado. Este tipo de marketing tem proporcionado um retorno imediato nas vendas, já que o consumidor vê como funciona o produto e já recebe a opinião de quem experimentou o produto, claro o que facilita na venda do produto ou a rejeição dele.

Este tipo de divulgação tem sido mais eficaz do que as revistas especializadas, já que a pessoa acompanha esses tipos de blog cria um ciclo de confiança maior que os blogueiros, pelo tipo de linguagem que é tratado os textos. Fora que as fotos que geralmente fazem parte deste tipo de blog, quase não recebem tratamento o que ajuda e muito o usuário final ver o resultado do produto.

E a tendência é de aumentar este tipo de divulgação de produtos, que já vem tendo sucesso, graças à infinidade de blogs que falam sobre diversos produtos e que tem parcerias com empresas (celulares, livros, cosméticos, roupas, sapatos, tecnologia…).

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É complicado ser original

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Quanto tempo não posto não é verdade, por isso aproveitei pra matar a saudade do blog e de quem o lê. Mas vamos deixar de #mimimi e vamos pro que interessa…

Quando alguém chega à sua agência e diz “EU TENHO UMA IDEIA ORIGINAL”, será que ela é tão original assim? Pensem comigo quando falam pra você “Tive uma idéia e se distribuíssemos brindes aos participantes do evento?”, pense qual evento, show e afins é que não dá brinde, quem nunca foi num evento, num show, ou até numa bienal e não saiu com algo nas mãos mesmo que seja um papel com desconto pra compras.

Outro bom exemplo “Vamos explorar todas as redes sociais que existem na nossa promoção”, tá esse é um ponto que chega até ser chato, pois depois que acaba a promoção o usuário tem que se livrar de todos os spam que ela gerou, isso quer dizer irrita o usuário final.

Exemplo claro da “originalidade” é propaganda de cerveja, TODA A PROPAGANDA DE CERVEJA VAI TER MULHERES DE BIQUINI OU COM ROUPAS QUE EXPOEM O CORPO DA MODELO. É difícil ver a cerveja ser tratada como um produto sem apelo sexual.

E muitas vezes de quem é a culpa desta “originalidade”, O CLIENTE, não dessa vez não é só o cliente, muitas vezes a falta de idéia ajuda a organizar a campanha de forma “original”. É verdade muitos vezes por causa da pressão do trabalho tentamos reinventar a roda e ainda a vendemos como original.

Feliz nessa historia toda é o cara que realmente é original e lança a idéia primeiro, pena que nem sempre quem lança a idéia primeiro, é o felizardo a faturar com ela. Bom exemplo, são os filmes que falavam de touch e 3D, na tela se inventava truques de câmera pra mostrar como funcionariam e hoje temos o iPod e outros touchs e algumas tecnologias 3D .

Outro bom exemplo, são novos métodos de venda, um exemplo locadora de filmes o cara que inventou deve ter ganhado uma boa grana no começo, mas foi só surgir os concorrentes que nada mudou e pouco se melhorou.

Ser original não é fácil, ter idéias inovadoras é um desafio, mas parabéns a quem consegue ser assim ou ter idéias assim.

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Ícones e Logos não são os mesmos

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Costumo ver no StumbleUpon sobre a confusão entre o ícone de design e logotipo. Enquanto logos podem usar o mesmo vocabulário visual como ícones, não haja dúvida, ícones e logotipos são duas disciplinas completamente distintas que requerem ferramentas de design diferentes e mentalidades diferentes.

A diferença entre o vocabulário de designers e os conhecimentos clientes pode causar algumas confusões problemáticas. Para atenuar este permite olhar para o que é um ícone, um símbolo que é e como essas duas coisas possam vir a ser confundido.

O que é um ícone?

Para além de quaisquer denotações religiosas um ícone é uma representação gráfica de um conceito ou operação. Nós usamos ícones de uma ponte sobre a compreensão das analogias abstratas e uso prático. Os ícones podem ser usados para ilustrar um aplicativo inteiro ou operações individuais dentro dessa aplicação. Em suma, os ícones nos ajudar a compreender e reconhecer os conceitos que poderiam ser bastante difícil de entender.
Eu poderia escrever um artigo muito longo sobre a natureza caprichosa das convenções e ícone da semiótica que orientam estas, mas neste caso é mais relevante para analisar as diferenças técnicas, que é fundamental para o desenho do ícone, e como estes diferem do projeto do logo.

Ícones não são escaláveis

Mais do que muitas vezes, os ícones não são escaláveis. A própria idéias de ícones são para melhor transmitir uma determinada mensagem dentro de uma determinada confinada espaço visuais. Em interfaces de hoje, permitem múltiplas variações do mesmo ícone. Os ícones que estão sentados em seu cais mais provável ter pelo menos cinco estados diferentes embutido, tornando-os aparecer nítido em todos os aspectos de sua interação com eles. Ver lista no OSX dá-lhe a versão 16 × 16 pixels, enquanto a estação usa a adaptação de 256 × 256 pixels. Estas não são as versões vetoriais escaláveis, elas são artesanais obras de varredura. O criador deve selecionar cuidadosamente a melhor forma de tirar proveito da tela em qualquer tamanho determinado e mais do que muitas vezes completamente recriar o ícone nos tamanhos.

Ícone Meu email é Manilla em vários estados. Observe o layout diferente dos elementos em tamanhos menores.

Os ícones são Quadráticos

Ícones operar dentro de uma tela de completar quadrados. Como você escolhe para empregar essa tela é com você, mas é restrita a essa reta gumes espaço.

Os ícones são criados em um perfeitamente definido e limitado de lona

Então é isso. Imagens de Ícones não são escaláveis, eles são artesanais e nasceu do desejo de objetivar uma operação ou um conceito dentro de um espaço confinado visual. Como isso difere de um logotipo?

O que é um logotipo?

Um logótipo é um elemento gráfico como um ideograma e / ou uma fonte cuidadosamente arranjado que, juntos formam uma marca comercial ou marca. Há uma infinidade de maneiras de pensar sobre logotipos e design de logotipo. Novamente, o importante aqui é olhar para as diferenças técnicas de desenho do ícone.

Logos são escaláveis

Um logotipo deve ser totalmente escalável. Um logotipo é a ponta de lança da marca comercial de uma empresa ou qualquer outra entidade sem fins econômicos ou não para esse assunto. Portanto, um logo deve ser replicável em várias formas de mídia. Isso tem grande impacto sobre o tipo de mentalidade que você precisa para trazer ao projetar logos. Estamos falando de saída estritamente baseada em vetores e mais freqüentemente, a degeneração graciosa de cores todo o caminho para as cores uni.

Logos é suposto ser escalável.

Logos não têm fronteiras

Bem, em teoria, um logotipo poderia ser qualquer coisa. Além dos benefícios, óbvios, de trabalhar em um formato que é facilmente escalável e replicável há regras é realmente muito pouco em relação ao desenho do ícone. Ícone do design é muito influenciada por dimensões técnicas e as limitações dos sistemas que exibi-los. Logo design é um local completamente diferente. Um logotipo pode ser qualquer forma, cor ou dimensão – pode ser acenado a partir de um banner 100 pés ou um rosto tatuado na bunda. É só restrição é de que a mídia física que vai exibi-lo.
Porque é que estamos confusos?
Ícones de ter tido um papel muito importante na interface moderna. Isso tem, obviamente, transbordou para o domínio da marca, onde muitos ícones servem como ícone do aplicativo e marcar para essa entidade.

Panic cria software excelente e usa ícones de sua aplicação como produto de marca

Esta onda de iconism™ (sim, eu acabei de inventar que para o efeito) influenciou muitos designers gráficos e muitos dos aspectos interessantes, do estilo cartunesco, e astuto iconism™ fizeram a sua maneira de tendências de design moderno logotipo. De fato este estilo tornou-se a bandeira para o movimento web 2,0, e como muitas empresas têm logos baseados no layout web que usa o mesmo vocabulário visual de ícones.

Logos inspirado por um estilo iconism™

E enquanto logos certamente pode empregar um ícone de estilo semelhante, e até mesmo imitar a natureza quadrática dos ícones. Que não haja dúvida, ícones e logotipos são duas disciplinas de design completamente distintas. É importante saber a diferença entre estas duas coisas, como eles procurar cumprir dois objetivos muito diferentes, tanto tecnicamente quanto mentalmente.
Texto original retirado do site: http://pixelresort.com/blog/icons-and-logos-are-not-the-same/
Perdoe-nos pelos erros ortográficos, gramaticais e de tradução, mas este não é o meu forte.

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